quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Alegria Indizível: Fruto da Graça Excelsa de DEUS

[Jesus Cristo]“a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória,” 
1Pe 1.8

            Pedro, logo no início de sua primeira carta, fala sobre a alegria indizível que nos é dada pelo Pai quando Ele, por sua graça, nos imputa a fé em Cristo. E, sendo filhos de DEUS e, assim, possuidores dessa alegria indizível, devemos entender que essa mesma alegria nos é proporcionada, sustentada e administrada pelo Espírito Santo.  Essa alegria, portanto, tem alguns traços maravilhosos que podemos destacar:

            I) SUA ORIGEM DIVINA: seria muita prepotência pensar que dita alegria é fruto de nosso próprio esforço. Nada que vivêssemos poderia proporcionar uma alegria indizível e, também, cheia de glória. Se uma pessoa vive fora da esfera do amor a DEUS, ela não pode desfrutar dessa alegria. Por mais que ela seja uma pessoal realizada em sua vida, profissionalmente, financeiramente, ou em qualquer outra área da vida terrena, nada é comparável à alegria proporcionada pela ação graciosa de DEUS.

            II) NÃO É UM FIM EM SI MESMA: a alegria de DEUS não é a mesma dos homens no tangente à sua essência. A alegria dos homens, na maioria das vezes, está relacionada com a falta de problemas ou com a abundância de felicidades temporais. Porém a alegria de DEUS está num patamar muito mais elevado do ponto de vista espiritual. A alegria de um filho de DEUS acontece independentemente de sua situação terrena. Veja só o que nos é revelado no versículo 7, do capítulo 4 do Livro dos Salmos: “Mais alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereal e de vinho.” Por isso dizemos que a alegria proveniente da ação graciosa do Espírito Santo não é um fim em si mesma. Ou seja, ela não se limita ao simples fato de uma “superficial alegria”, mas, antes, nos direciona para a glória de DEUS, fazendo-nos discernir que somos um povo que ainda viverá sua alegria em sua plenitude: a Eternidade.

            III) NOS LEVA A RESULTADOS MAJESTOSOS: ao sermos preenchidos por tamanha e verdadeira alegria, somos levados por DEUS a sermos despenseiros de Sua graça: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de DEUS.” 1Pe 4.10. A alegria incomparável de DEUS nos leva às atitudes mais sublimes como filhos de dEle. Revelamos, assim, nossa fé: dispondo-nos a amar incondicionalmente; agindo de forma pacífica com o próximo ainda que ele não o faça conosco; louvando e engrandecendo o Nome do Senhor em toda e qualquer situação... Enfim, são inúmeras atitudes, que rompem com nossa natureza humana carnal, decaída e sufocada pelo pecado e nos entrelaçam com o amor excelso, incomparável, imutável de DEUS.

Que DEUS vos abençoe e vos preencha cada vez mais de Sua alegria. 
Matheus Costa de Azevedo

sábado, 29 de outubro de 2011

Impressionamo-nos com o quê?

    "Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto; para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação." Sl 67.1

    Queridos e amados irmãos, dentro de nossas igrejas,  com o que temos nos impressionado? Ou com o que nós nem nos impressionamos mais? Segundo o Dicionário Aurélio, o verbo impressionar, quando usado neste sentido significa comover, tocar.

   Não é difícil, hoje, vermos pessoas, de nossas igrejas, se impressionarem ao verem um grupo de irmãos se reunirem de uma hora para outra para orar, por exemplo. Mas por que isso acontece? Temos vivido tempos em que muitos valores têm se perdido, enquanto outros costumes têm prevalecido. Na verdade, não era para que essas pessoas ficassem impressionadas com a situação, antes, deveriam agradecer a DEUS porque os irmãos de sua igreja reconhecem que a comunhão com o Senhor é o melhor para caminho para toda e qualquer situação.

    Por outro lado, ninguém mais se impressiona ao ouvir, por exemplo, escândalos envolvendo uma igreja ou um líder. Mas não era para ficarmos chocados? Certas situações deprimentes já se tornaram tão comuns que elas não falam mais muita coisa. Mas veja bem, o que deveria ser mais IMPRESSIONANTE: um grupo de irmãos orando ou um escândalo com milhões de reias envolvendo uma igreja? 

  É tempo de analisarmos nossos valores, tempo de lutarmos com a motivação correta: a Causa de Cristo. Que Deus possa nos abençoar através desse breve, mas objetivo, texto.

Fiquem na Paz
 Matheus Costa de Azevedo

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Justificados!

    A Graça e a Paz do Senhor irmãos!

   Queridos, vamos falar de uma bênção que o Senhor nos dá que é a de sermos justificados através da justiça de Cristo que, pela graça, nos é imputada. A Justificação pode ser definida como um ato pelo qual pecadores injustos são feitos justos aos olhos de um Deus Santo e Justo. É importante entender que ser justificado não significa ser transformado em um alguém inerrante ou meticulosamente perfeito, mas sim uma pessoa que acredita que seu único bem digno de toda a sua gratidão chama-se Jesus Cristo, aquele que sofreu numa cruz exatamente para justificar os filhos de DEUS dando a eles a vida eterna por um ato único e exclusivo advindo da vontade e do amor do Pai.

    Mas existem aqueles que afirmam que são nossas obras aqui neste mundo que nos justificam. Fica então a pergunta: é possível que uma pessoa, por melhor que ela seja aos olhos dos homens, tenha a capacidade de se autojustificar e chegar à salvação por conta própria? A reposta à luz das Escrituras é fácil. Não. Rm 8.29-30 explicita bem isso. É o próprio Deus quem nos justifica. O verbo "justificar" aqui é atribuído ao Senhor e não a nós. Só podemos chegar a uma perfeição(CÉU - VIDA ETERNA) através de outra (JESUS CRISTO).

    A Palavra de DEUS não deixa brechas. É o próprio Pai que justifica seus filhos. Se dependêssemos de nossas mãos, NUNCA chegaríamos aos céus. Mas podem perguntar: "Por que o Antigo Testamento é marcado pelas Leis de modo geral?" Alguns estudiosos que tentam desestruturar a Bíblia dizem que Deus se contradiz pelo fato de ter instituído a Lei e depois a Graça. Na verdade a Graça de DEUS sempre existiu. Não tem como entender que todos os que viveram antes de Cristo atingiam a Salvação através da Lei, até porque se assim o fosse, nenhuma dessas pessoas teria sido salva. Mas é exatamente aqui que está o cerne da questão relativa à argumentação citada logo acima. E a solução para ela é muito clara: DEUS instituiu a Lei para mostrar que NINGUÉM pode ser salvo através dela. NINGUÉM consegue cumpri-la na sua totalidade. Veja só:  

"Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno do conhecimento do pecado." Rm 3.19-20

"Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" Rm 3.23

    Ou seja, ninguém pode reivindicar estar livre de culpa perante Deus. Aqueles que são feitos filhos de Deus, o são pela ação exclusiva dEle. Por isso não nos faltam motivos para agradecermos e engrandecermos o Senhor, embora nunca poderemos retribuir em igual peso. 

    Para terminarmos, não deixe de ler: Rm 3.21-28; 5.12-19; 2 Co 5.16-21; Gl 2.11-21; Ef 2.1-10; Fp 3.7-11.

Que Deus te abençoe
Matheus Costa de Azevedo